PARABÉNS, SERVIDOR DA IMPRENSA NACIONAL!
28 de outubro de 2009 - Vinte e oito de outubro: Dia do Servidor Público. Data comemorativa especialmente importante também para a Imprensa Nacional, órgão bicentenário da administração pública brasileira, responsável pela nobre missão de publicar e validar as leis que regem a Nação e o País. Seus quase 400 servidores são responsáveis por firmar cotidianamente — em letras de forma ou na internet — cada vez mais a democracia, a transparência dos atos públicos, o acesso do cidadão aos seus direitos e deveres.
Cumprindo esse compromisso histórico e com uma concepção moderna, esses servidores e os demais trabalhadores que prestam serviços à Imprensa Nacional, com o senso da profissionalização da função pública atual, evidenciam a concepção de uma administração pública gerencial, que enfatiza os resultados e focaliza o cidadão-cliente sobretudo, hoje, quando é forte.
A Imprensa Nacional é singular há mais de dois séculos não só por dar publicidade às leis e por sua história como primeira casa editora do País e produtora do primeiro jornal editado e impresso no Brasil. É singular também quando se fala em servidor público. Um celeiro de nomes anônimos e famosos construiu essa relação tão peculiar e tão bela. Muito antes de o Dia do Servidor Público ter sido instituído pelo art. 236 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, a Imprensa Nacional já tinha uma extraordinária história para contar.
No século XIX, Machado de Assis e Manuel Antônio de Almeida foram alguns das dezenas de notáveis nomes que trabalharam neste Órgão. Joana França Stockmeyer foi, em 1892, a primeira mulher a ingressar no serviço público, pelas portas da Imprensa Nacional. Por ato do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, ela foi declarada em 5 de março de 2008, em memória, Patrona da Servidora Pública Brasileira. Machado de Assis é, também em memória, Patrono da Imprensa Nacional desde 1º de janeiro de 1997. No século XX, vários nomes da vida nacional passaram pelo Órgão. Exemplos: José Arnaldo da Fonseca e Antônio de Pádua Ribeiro, revisores, que no futuro se tornariam ministros do Superior Tribunal de Justiça.
Ao lado do panteão com esses nomes, um monumento com os nomes que a história esqueceu. Os dos valorosos servidores anônimos, como aqueles que em 1809 construíram, em madeira, o primeiro prelo da América do Sul.
Um órgão público são seus servidores e o profundo vínculo profissional, e sentimental, desses com a sua missão institucional e isso explica a longevidade da Imprensa Nacional, reconhecida cada vez mais por sua credibilidade, fé pública e trabalho, impresso nas milhares de páginas diárias do Diário Oficial da União e do Diário da Justiça.





